quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Você vai ler esse texto com uma mão no mouse e vai começar a pensar em mim nesse momento, ah vai. Pensou? Quero que você imagine se eu estivesse ai seu lado agora, segurando a sua mão que agora segura o mouse, fecha os olhos agora e imagina… Agora abra, sua mão é macia, igual de bebê. Agora imagina se eu pudesse todo dia antes de você dormir te dar um beijo de boa noite e sussurrar no seu ouvido o quanto eu te amo… fecha os olhos mais uma vez agora. Pode abrir. Sentiu minha respiração? Um pouco ofegante devia a ”aproximação” de nossos corpos, mas não importa. Tira a mão do mouse agora, coloque em seu rosto, segurando seu queixo… faça isso, por favor, fez? Ok, pense que é a minha mão fazendo carinho em seu rosto, bem devagarzinho, agora sorria. Sorriu? Objetivo conquistado.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
O problema é que queremos que as pessoas entendam como estamos nos sentindo, mas a verdade é que nem nós mesmos sabemos. O problema é que existem pessoas que se importam, mas não acreditamos em nenhuma delas. É uma espécie de paradoxo. Fugimos na intenção de que alguém nos procure. Vamos embora na intenção de que nos peçam pra ficar. Não dizemos, mas queremos que percebam. É confuso, é complicado. O problema é sermos humanos, o problema é termos sentimentos.
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